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sábado, 8 de junho de 2013

I CAPACITAÇÃO DE COORDENADORES E SUPERVISORES REGIONAIS DE ACOMPANHAMENTO.

Esta semana finalizamos a capacitação para o novo sistema de acompanhamento das escolas da Rede Estadual. Esse acompanhamento não é novidade para mim, visto que sou remanescente do PGN 10.(confira aqui meu ingresso no PGN 10) 
Mesmo após minha saída do PGN 10 continuamos parceiros (confira aqui)        (e aqui) 


O treinamento teve como objetivo promover a interação entre os diversos setores da Seduc e as 19 Unidades Regionais de Educação (URE's), apresentando, através de palestras e dinâmicas, aspectos necessários à efetivação do acompanhamento integrado das escolas.


A iniciativa visa, ainda, o aumento da eficiência da rede pública estadual de ensino, focando na gestão da aprendizagem, do ensino e da rotina escolar, além dos aspectos administrativos e financeiros.


Iniciamos a capacitação ao som da Orquestra Filarmônica de  Berlim & Scorpions emocionando a platéia com a musica Wind of Change. Eu me impressiono sempre que ouço o solo do Rudolf, é de arrepiar.




O Secretario Pedro Fernandes, ressaltou que o acompanhamento escolar, é uma importante ferramenta na busca pela melhoria da aprendizagem dos alunos, pois permite visualizar a situação real de toda a rede, fornecendo dados que fomentem o planejamento e execução de ações.


A secretária-adjunta de ensino, Leuzinete Pereira, explicou que a capacitação faz parte das ações de elaboração e implantação do Sistema Integrado de Acompanhamento, Monitoramento e Avaliação das Escolas (Siama), que irá centralizar os dados referentes a toda a rede estadual de ensino.



Para Rita Paulon, gerente de Projetos do IAS, as ações representam um grande avanço na gestão escolar do estado, fruto do amadurecimento da parceria com o IAS, que permitirá grandes avanços à educação no estado. Detalhe, Rita Paulon confirmou visita aos anexos da URE Timon para setembro.


Na minha opinião o ponto principal dessa capacitação foi presenciar in loco o envolvimento de todos que compõem o núcleo gestor da SEDUC , ao ouvir o Secretário, a  professora Leuzinete, a professora Rita Paulon e os demais membros da equipe percebíamos a garra e o compromisso de todos no sentido de melhorar os índices do Maranhão.



Sabemos que o desafio é grande, mas confio plenamente na equipe e sei que conseguiremos fazer um bom trabalho.









domingo, 13 de janeiro de 2013

PLANEJANDO 2013: QUALIDADE

        
  Todos nós que fazemos parte da equipe URE Timon, iniciamos o ano planejando com o objetivo de acompanhar e atingir as metas estabelecidas para 2013.                   




É fato que nunca a educação foi tão necessária como nos dias atuais. Qualquer anúncio de emprego a exigência mínima é o ensino médio. E obviamente nossos alunos estão, aos poucos, se conscientizando disso. Por isso, a escola que não oferecer ensino de qualidade, inexoravelmente irá perder seus alunos, (Já discutimos esse assunto aqui antes).



A educação faz parte da especialidade que cada um de nós quer atingir. Seja qual for nosso destino a escola é o caminho, ou seja, o estudo vale pena.


                                                   
   Em 2012 a capacitação dos gestores das nossas escolas foi processual e contínua, ou seja, durante todo o ano.


Nesses encontros, discutimos a importância da liderança do gestor na escola e a necessidade de voltarmos nossos esforços para a qualidade da aprendiz agem do aluno.



Ainda em relação as capacitações, não podemos esquecer que em 2012 o SIAEP foi implantado em nossas escolas, o que se configurou em um enorme desafio para todos nós, visto que, o Sistema foi criado para melhorar e facilitar o trabalho dos personagens da educação do Maranhão. Com certeza um avanço, mas, que precisa ser MELHORADO e usado de forma adequada.


Pois bem, durante três dias nós planejamos melhorar o ensino e fortalecer parcerias com as prefeituras para tentar romper o gargalo do ensino nos anexos da zona rural. neste sentido, o gestor da URE, professor Maurício Ângelo, está buscando o apoio dos prefeitos para que possam nos ajudar no transporte desses alunos.


O professor Maurício Ângelo destacou que precisamos melhorar o Programa Mais Educação, ofertando atividades extras em nossas escolas como: acompanhamento pedagógico, meio ambiente, esporte e lazer, direitos humanos, cultura e artes, cultura digital, prevenção e promoção da saúde, educomunicação, educação científica e educação econômica entre outras.


Precisamos fortalecer também os Conselhos Escolares e monitorar melhor a aplicação eficiente dos recursos financeiros recebidos pelas escolas.


Outra meta importante é a agricultura familiar, onde pretendemos ofertar para os nossos alunos cada vez mais produtos provenientes dos pequenos agricultores, fomentando a distribuição de renda e um lanche mais saudável.


É importante ressaltar a MOSTRA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA URE TIMON, que ano passado foi um sucesso e que neste ano o NTE TIMON, através do seu coordenador, o professor Regivan Rocha, pretende capacitar os professores na área de projetos, visto que, esta modalidade vem se mostrando bastante eficiente na melhoria do ensino.

Pretendemos também incentivar as escolas a participarem do PRÊMIO GESTÃO ESCOLAR 2013 , não pela concorrência, não pelo prêmio, mas, para unir a comunidade escolar em torno de um objetivo, a melhoria do ensino.






Enfim, todos nós da URE Timon iremos planejar, acompanhar as escolas, monitorar os índices e procurar soluções para os eventuais problemas.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

FOCO: Gestão da Política Educacional


Realizamos mais um encontro (FOCO) com os gestores para discutirmos a melhoria da qualidade do ensino nas escolas jurisdicionadas a URE Timon. Sabemos que não é uma tarefa fácil, tal questão envolve um leque de obstáculos, e nós temos consciência disso. ((Ei, alguém lembra da primeira?) ... Ok ok (E da segunda FOCO, alguém lembra?) 

O programa Gestão Nota 10 visa justamente eliminar um dos gargalos da nossa educação que é a falta de gestão profissional em nossas escolas. Ainda possuímos muitos gestores que atuam de forma empírica, intuitiva, ou simplesmente não tem nenhum planejamento de trabalho.

Eu já falei sobre essa questão aqui diversas vezes, (confira aqui) a atuação do gestor é fundamental para o avanço da educação e o Gestão nota 10 está ai pra isso.

De acordo com Casemiro de Medeiros (2009):
“... a gestão escolar é responsável pela orientação do processo educativo, no sentido de garantir a aprendizagem dos alunos, do bem estar docente e do desenvolvimento da gestão democrática voltada para o exercício da cidadania.”

No leque de obrigações do gestor, destacamos a coordenação da elaboração e/ou atualização da Proposta Pedagógica da escola além da assistência na atuação do professor em sala de aula. Nenhuma escola conseguirá melhorar a qualidade do ensino sem planejamento coletivo e sem o acompanhamentode perto pelo gestor. Da mesma forma que também nenhuma escola avançará se os seus professores atuarem como ilhas, isolados, cada um trabalhando de um jeito. O trabalho em equipe é fundamental.

Um bom planejamento deve levar em conta o contexto social do momento, tanto numa visão global quanto local, além de indicadores de desempenho dos alunos e recursos materiais e humanos das escolas.




O grande desafio que se coloca em torno de um projeto de ensino e aprendizagem é “mudar a mentalidade de que fazer planejamento é preencher formulários (mais ou menos sofisticados)”. Antes de tudo, fazer planejamento é refletir sobre os desafios da realidade da escola e da sala de aula, perceber as necessidades, ressignificar o trabalho, buscar formas de enfrentamento e comprometer-se com a transformação da política. (Vasconcellos, 2006).

Nesse sentido apontamos dois pontos fundamentais:

•         Avaliação e monitoramento – Além da avaliação dos alunos, como processo, e das avaliações externas, como resultado, a Proposta Pedagógica exige um processo contínuo e participativo de avaliação institucional. Nesse caso, destaca-se o papel da equipe gestora da escola que deve ser de incentivador e condutor dessa garantia de sucesso do aluno através da proposta pedagógica (forte componente para diagnosticar e replanejar as ações).

•         Família e comunidade – São elementos determinantes no processo de aprendizagem dos alunos, a família e a comunidade que devem ser encorajadas a participar de momentos de integração, inclusive da construção da Proposta Pedagógica, por meio do Conselho Escolar.

É fundamental também que os gestores se esforcem para estabelecer um agradável clima escolar, ou seja, a boa convivência entre professores, alunos e outros profissionais da educação no interior da escola. Sem dúvida esse é fator importante para o sucesso da aprendizagem dos alunos. Esta é uma atividade de todos, mas na liderança dos gestores, configura-se num desafio permanente.

Uma outra questão que já expus nesse blog (click aqui e confira) é o fenômeno do FRACASSO ESCOLAR.  Para quem não sabe do que eu estou falando basta observar as discussões dos docentes na hora do intervalo na sala dos professores. A conversa inexoravelmente gira em torno de "fulano não quer nada!”, “ô meu deus tenho que ir para aquela sala?”, “ os alunos não deixam eu dar minha aula”. Esse é um problema seríssimo  pois desmotiva o professor e influi diretamente na qualidade do seu trabalho.

O primeiro passo para amenizar esse problema começa pela metodologia, ou seja, o método de lecionar é fundamental no processo de ensino-aprendizagem. Precisamos, enquanto professores, despertar nos alunos o hábito e o prazer de aprender, estimular competências e habilidades. A  troca de experiências e o diálogo entre os saberes já adquiridos devem ser uma realidade diária na sala de aula. O incentivo para que os alunos possam fazer e compartilhar suas descobertas/aprender a pensar, imaginar, criar e a viver.

“ E o que dizer, mas sobretudo que esperar de mim, se, como professor, não me acho tomado por este outro saber, o de que preciso estar aberto ao gosto de querer bem, às vezes, à coragem de querer bem aos educandos e à própria prática educativa de que participo.” (Paulo Freire)




“Só há duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar.
E eu não vou me resignar nunca.”
(Darcy Ribeiro)


terça-feira, 26 de junho de 2012

TICs: Retroceder nunca, render-se jamais


O meu interesse pelas chamadas TICs (Tecnologias da informação e comunicação) vem desde desde a famosa TV Escola. O tema me chamou a atenção quando observei que a maioria dos professores resistia à novidade, e as salas de vídeo permaneciam abandonadas. De lá para cá pouca coisa mudou.

Hoje temos laboratório de informática com internet na maioria das escolas, mas a resistência continua. Percebi que a maioria dos professores que resiste às tecnologias o faz por acreditarem que incluí-las na rotina das salas de aula representará trabalho extra. Constato isso diariamente no acompanhamento do SIAEP.  (Eu sei que não é fácil, já falei sobre isso, click aqui e confira) 
Confesso que no inicio eu também resisti um pouco, mas mudei de ideia quando percebi que era um caminho sem volta e que eu tinha que me adaptar aos novos tempos. ( O SIAEP é um exemplo) A presença das tecnologias digitais nas escolas é uma realidade. Alunos, professores e gestores carregam seus celulares, tablets ou notebooks e também há os computadores para uso na própria escola.

O fato é que a maioria dos professores da rede pública não se sentem seguros para aplicar as atuais tecnologias na sala de aula. Recentemente li na internet uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) com 253 docentes de escolas estaduais paulistas onde mostrou que 85% dos professores entrevistados não sabem usar o computador e seus recursos como ferramenta pedagógica. O que dirá os docentes do Meio Norte.

À medida que as tecnologias foram avançando eu procurei sempre me aperfeiçoar, não sou um hacker, mas sei o básico para complementar as minhas aulas. Esse bloguinho é fruto de um curso de capacitação que fiz no NTE Timon (Ê saudade! Click aqui). Lembro que quando conclui o curso um amigo e colega deixou o seguinte comentário no blog:

“Parabéns, cara, é preciso mesmo que os mestres se modernizem para que possam fazer a ponte entre o que há de melhor e mais proveitoso entre as novas tecnologias e os jovens padawans (brincar e se divertir com elas a galera já sabe desde pequenininha!).E nós professores? muitas vezes sequer sabemos ligar ou usar um data-how. Seu post serve para mostrar que não é tão difícil assim. Basta se interessar e...começar!”

Apesar da resistência, tem professores que dão exemplo, a respeito disso cito a minha colega na URE Timon ,a professora Maria das Graças, ela é um exemplo de superação e determinação, não se intimidou com o advento das tecnologias e hoje nos ensina uma importante lição: a de que não devemos temer o NOVO.
A professora Graça começou a lecionar em 1975, foi diretora de escola por mais de dez anos e atualmente é supervisora na URE Timon. Ela conta que quando viu os primeiros computadores chegarem nas escolas ficou meio intimidada. Pensou: E agora?
O que ela fez? Procurou se capacitar. Ingressou em um curso de informática. Ela conta que quando foi efetuar sua matrícula a moça desdenhou: "A matricula é pra sua neta?" Ela ressalta que começou a utilizar o computador pra valer a partir de 2011 quando participou de uma capacitação no NTE ministrada pelo Professor Jeferson Probo . “Esse sem dúvida é um professor excelente que contribuiu muito para o crescimento do meu conhecimento em informática”. Diz a Profª Graça. 


Um ponto importante, a meu ver, para a superação da Professora Graça é a atitude dela. Ela afirma: "Quando eu não sei uma coisa eu não tenho vergonha de perguntar”. E assim como a professora graça tem muitos professores que enfrentam o desafio e superam as dificuldades iniciais. Na URE mesmo tem muitos exemplos de professoras que venceram o “medo” das TICs e assim como a professora Graça não tem vergonha de perguntar!

O fato colegas, é que nesta Era Digital estamos envolvidos em um contexto de informações instantâneas, configurando-se em um mundo cada vez menor, e nessa luta pela ocupação do espaço, só aos bem formados e informados restam bem remuneradas ocupações. Nessa tarefa, a educação detém o maior índice de responsabilidade.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

URE TIMON: FOCANDO NA GESTÃO ESCOLAR


No ultimo dia 20/06 a Equipe da URE-Timon, através do Programa Gestão Nota 10, promoveu mais uma FOCO, Formação Continuada para os gestores das escolas jurisdicionadas. É a segunda capacitação do ano, e pelo que pudemos avaliar, o trabalho já começa a produzir resultados, pois os nossos gestores começaram a ampliar a sua visão sobre gestão e liderança nas escolas.

Um exemplo disso é a procura dos nossos gestores pelos inúmeros projetos promovidos pelas várias esferas dos sistemas de ensino: O premio gestão, (você lembra? Não? Pois click aqui) o PDE inovador, entre outros. E a expectativa agora é a II Mostra de Ciência e Tecnologia da URE, contamos com a participação de todas as escolas, e nesse ano tem uma novidade, iremos realizar concomitantemente o I Concurso de Redação e Charge, com o apoio da UEMA.(atenção alunos, professores, coordenadores e gestores participem! Click aqui e saiba mais)

Como eu já afirmei antes (reveja a FOCO anterior, foi no C E João Lula), considero esse trabalho de suma importância. O nosso objetivo é capacitar o gestor, afim de que ele possa aperfeiçoar a sua liderança à frente das nossas escolas e conseqüentemente melhorar a qualidade da educação, que é o objetivo final da nossa luta.

Entendemos que um bom gestor tem que ter muitas competências, mas a principal, a meu ver, é a liderança, pois toda e qualquer gestão escolar inexoravelmente tem que enfrentar desafios e para tal, precisará do trabalho em equipe, o que não será alcançado sem articulação e planejamento, ou seja...

A liderança do gestor faz a diferença, não pelo salário, pela origem, sexo ou cargo. Um gestor líder é aquele que tem consciência dos desafios que enfrenta e que serve aos outros. Ele tem que ser dinâmico e ter habilidades e aptidões para fazer as coisas. Tem sempre em mente a ideia de diferenciar-se, de crescer e modificar-se.

Na minha modesta opinião o melhor tipo de liderança é pelo exemplo. Penso que ao assumirmos a gestão de uma escola, o primeiro passo é encarar esta árdua tarefa como uma missão, que deve começar pequeno, mas sempre com o objetivo de ir avançando aos poucos. A partir daí deve-se esclarecer essa missão a equipe, para que todos possam compartilhar do mesmo objetivo.

Outro ponto importante é não temer as mudanças, pois o mundo está em ebulição e elas estão cada vez mais rápidas. Portanto, o gestor deve está sempre preparado para elas. Ressaltamos que para provocar a mudança desejada, o líder deve conhecer o seu pessoal, individualmente, pois isso tornará a tarefa bem mais fácil.

Um aspecto que ainda é bastante controverso na gestão das escolas é o uso do poder, que não deve ser confundido nunca com AUTORITARISMO, mas, o poder é inerente à liderança e o gestor não perde o poder por ser gentil, comunicativo, maleável, sensível e articuladoR.


O poder não é sinônimo de sabedoria, necessariamente, mas tem muita eficácia, quando se aprende a usar a influência. Ele é o impulsionador de pessoas e encontros.

O Diretor de Escola, como líder diferenciado, pode compartilhar o poder e obter bons resultados. Toda vez que o poder é compartilhado, a tendência é um bom retorno. Diferentemente do AUTORITARISMO. Como diria Federman – “Seu posto lhe dá autoridade – seu comportamento conquista para você o respeito”. O poder tem como grande aliado a humildade e a cortesia.

Voltemos a FOCO, desta vez fomos todos ao vizinho município de Matões, onde fomos muito bem recepcionados pela equipe gestora do C. E. JOÃO PAULO I, e logo no inicio nos emocionou com a bela apresentação dos alunos que cantaram a linda canção (Campeão e Vencedor). Click no link a abaixo e emocione-se você também.

Em seguida, a Equipe anfitriã fez uma breve apresentação da Escola, apontaram como objetivos principais: o combate a evasão, a repetência e a ausência da família. Apesar das dificuldades, a Escola vem alcançando resultados satisfatórios nas avaliações externas e pretende melhorá-los ainda mais.

Iniciamos os trabalhos fazendo uma breve avaliação da FOCO  anterior, o que logo gerou vários debates, todos os presentes apresentaram a maneira como colocaram em prática os conhecimentos adquiridos na capacitação passada.



A Equipe do G10 procurou conduzir a capacitação destacando sempre o lado positivo da gestão escolar, procurando destacar as experiências de sucesso e evitando as lamentações dos fracassos.




O tema central desta segunda foco foi: Administração ou Gestão escolar. Iniciamos analisando alguns textos sobre os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos, PISA, comandado por Andreas Schleicher.




Nesta avaliação nossos resultados foram desanimadores: o Brasil ficou em 53º lugar em Matemática e 52º em Ciências, entre 57 participantes. Em leitura, fomos o 48º, entre 56 nações. 

Os indicadores mostraram que há “uma relação significativamente inversa entre o dinheiro que os países obtêm com os seus recursos naturais e o conhecimento e a capacitação dos seus alunos ”. Ou seja, não devemos nos basear nas reservas de petróleo nem nas minas de ouro, e sim na qualidade dos professores, no envolvimento dos pais e no entusiasmo dos alunos. 

É verdade que é ótimo possuir petróleo, gás e diamantes; estes produtos podem comprar empregos. Mas no longo prazo eles enfraquecem a nossa sociedade, a menos que sejam utilizados para construir escolas e uma cultura de aprendizado por toda a vida. “Aquilo que o próprio indivíduo colocar por esforço próprio na sua mesa é o que vai fazer com que ele continue progredindo”, conclui Schleicher.




Foi a partir desse tema (“fique com o petróleo e me passe os livros”) que iniciamos os trabalhos.





O Gestor Regional, professor Mauricio Ângelo, compareceu ao encontro e muitos gestores aproveitaram para tirar dúvidas e ouvir as diretrizes apontadas pelo mesmo.

Mauricio Ângelo destacou a importância do Gestão Nota 10, pois é através deste programa que obtemos o diagnóstico das nossas escolas. O trabalho do G10 é acompanhar e orientar a gestão das escolas, assessorando nas esferas administrativa, pedagógica e financeira, portanto, segundo o professor Mauricio, o primeiro canal de assessoramento que os gestores tem é o G10.

O professor Mauricio ressaltou também a importância de mantermos os sistemas SIAEP e EDUCACENSO atualizados, pois são eles que fornecem os dados que subsidiam toda a gestão no ambido estadual e federal. (informe-se um pouco mais clicando aqui)


O Gestor anunciou também que está capitaneando recursos para a melhoria física e pedagógica das escolas, e que a partir do final deste mês vários projetos começarão a ser liberados. Ele anunciou ainda que em breve será inaugurada a nova sede da URE, que proporcionará mais dinamicidade a gestão educacional.
Encerro o post (muito longo por sinal) com o vídeo do Daniel Godri, apresentado pelo supervisor da Escola anfitriã, professor Edilson, que motivou todos os presentes, com certeza ninguém saiu o mesmo dessa capacitação.
A próxima será em SÃO LUIS.